DISCÓBOLO DE MIRÓN- SÍMBOLO DA EDUCAÇÃO FÍSICA

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Articulação do Joelho: Anatomia, Lesões e Recuperação


O joelho é uma articulação das mais complexas em termos da biomecânica, estando sempre suscetível a sofrer lesões, tanto traumáticas (acidentes e quedas) quanto degenerativas (desgaste, envelhecimento).

Didaticamente o joelho é dividido em duas articulações distintas: uma entre o fêmur e a tíbia chamada de fêmoro-tibial e outra entre o fêmur e a patela denominada fêmoro-patelar; o joelho é a maior articulação do corpo humano.

Vamos aprofundar um pouco mais sobre a anatomia do joelho, onde a parte superior é formada pelo fêmur (osso da coxa) e na parte anterior existe um osso arredondado chamado de patela e na parte inferior aparece à tíbia (osso da perna). Grandes ligamentos unem o fêmur e a tíbia para promover estabilidade, enquanto longos músculos dão força ao joelho. As superfícies articulares onde estes ossos entram em contato são cobertas de uma cartilagem especial, chamada de cartilagem articular, esta cartilagem torna possível o movimento articular. As demais superfícies do joelho são cobertas por uma fina camada de tecido chamado de membrana sinovial, esta membrana libera um líquido especial que lubrifica a articulação e reduz o atrito próximo de zero em um joelho saudável, porem doenças ou traumatismos podem causar alguns males como, dores, fraqueza muscular, perda de função e lesões.

As estruturas importantes do joelho são: Ossos e Articulações; Ligamentos e Tendões; Músculos; Nervos e Vasos Sanguíneos.

Ossos e Articulações: O joelho é formado por dois importantes ossos dos membros inferiores que são o fêmur e a tíbia. A patela articula-se com a parte anterior do fêmur tendo como principal função a proteção articular e aumento de força na extensão do joelho. A articulação do joelho é uma articulação sinovial, ou seja, são demarcadas por ligamentos e cápsulas que formam em conjunto um compartimento fechado, contendo um líquido, chamado líquido sinovial que lubrifica a articulação.

A porção distal do fêmur é composta por dois côndilos que se articulam com a parte proximal da tíbia. A patela desliza através de um sulco especial formada pela parte anterior dos dois côndilos femorais chamados tróclea. Explanado ainda que a fíbula (osso da perna) nunca entra na articulação do joelho, ela se articula com a parte proximal da tíbia.

A cartilagem articular é o material que cobre as extremidades dos ossos de uma articulação, ela é que permite o deslizamento normal da articulação somente com um pequeno grau de atrito.

Ligamentos e Tendões: os ligamentos são faixas de tecido resistente (conjuntivo fibroso) que conectam as extremidades dos ossos, nos ligamentos existem muitos receptores nervosos sensitivos que captam movimentos, dores entre outros. Os ligamentos podem ser divididos em dois grupos principais: o pivô central que é estruturado pelos ligamentos LCP (ligamento cruzado posterior) e LCA (ligamento cruzado anterior) e as estruturas cápsulo-ligamentares periféricas, constituídas pelos ligamentos capsulares LCM (ligamento colateral medial) e LCL (ligamento colateral lateral).

O LCP e o LCA controlam os deslocamentos ântero-posteriores da articulação, já o LCM e o LCL tem como função principal impedir o movimento lateral e medial do joelho (varo e valgo). Então podemos dizer que os ligamentos têm por função dar estabilidade ao joelho.

Além dos ligamentos o joelho ainda possui dois meniscos que são estruturas semicirculares que tem função principal o amortecimento articular, eles distribuem o peso exercido sobre a articulação e ainda ajuda na estabilidade articular.

Os tendões são estruturas semelhantes aos ligamentos, e ligam os ossos aos músculos. O maior tendão do joelho é o tendão patelar.

Músculos: o mecanismo extensor é o motor que impulsiona a articulação do joelho e permite-nos caminhar. Este mecanismo localiza-se na frente da articulação do joelho e é composto pela patela, o tendão patelar, tendão do quadríceps, e os músculos do quadríceps. Os quatro músculos do quadríceps na frente da coxa são os músculos que se seguem através do tendão do quadríceps até sua inserção na patela.

Nervos: o mais importante nervo do joelho é o ciátio localizado na parte de trás do joelho, este grande nervo "viaja" para pernas e pés, fornecendo sensações e controle muscular. O nervo divide-se um pouco acima do joelho para formar o nervo tibial e o nervo fibular. Ambos os nervos podem ser danificados por lesões ao redor do joelho.

Vasos Sanguíneos: a artéria poplítea e veias poplíteas são o maior suprimento sanguíneo para as pernas e pés. Se a artéria poplítea for danificada é necessário seu reparo imediato, pois sem ela é muito provável que a perna não seja capaz de sobreviver. A artéria poplítea transporta sangue arterial para as pernas e pés enquanto que as veias poplíteas transportam sangue venoso de volta para o coração.

Depois de entender a anatomia do joelho, vamos agora destacar algumas lesões que atingem está articulação,  e estas lesões podem ser causadas por patologias em decorrência da idade, assim como desgastes que também ocorrem muito devido ao envelhecimento, podemos citar também os exercícios de alta intensidade que atletas exercem em seu dia-a-dia como fator que propicia lesões, o excesso de peso nas pessoas entram no quadro que destacamos como em risco potencial de lesões de joelho.

Entre as lesões as mais corriqueiras, podemos destacar as de:

Ligamentos: ligamento cruzado anterior e posterior, ligamento colateral medial e lateral onde ocorre rompimento do tendão parcial ou total, esse fato se deve devido à torção de joelho onde casos mais graves necessitam de cirurgia;

Lesões de Menisco: podem ocorrer quando essa cartilagem estirar com a rotação do joelho onde casos mais simples são tratados com fisioterapia e os mais graves somente com cirurgia;

Lesões de Tendão: que  vai desde uma inflamação até o rompimento total, o tratamento vai de analgésicos até processo cirúrgico;

Osteomalácia: é um defeito na mineralização óssea, que costuma aparecer em idades mais avançadas, causando dor e microfraturas;

Artrite: há mais de 100 tipos, as mais comuns são a osteoartrite, uma degeneração da cartilagem que afeta o osso, e a artrite reumatoide, doença autoimune. O tratamento depende muito do tipo da doença, mas normalmente utiliza-se analgésico para aliviar a dor, e injeções de ácido hialurônico;

Fraturas de patela: variam de simples para complexas e podem ocorrer com desvios ou sem desvios. Fratura patelar com desvio é geralmente associada com o rompimento do retináculo quadriciptal (contensor da patela) e que requer tratamento cirúrgico, já uma fratura patelar sem desvio pode ser tratada sem cirurgia colocando-se um imobilizador de joelho. Médicos e pacientes devem estar atentos em anomalias ósseas que produzem a patela bipartida ou tripartida.

Ainda existe lesão óssea com desvio da parte inferior do fêmur ou da parte superior da tíbia onde estes casos devem ser realizados processos cirúrgicos. Fraturas sem desvios devem ser tratadas sem cirurgia. As lesões osteocondrais são onde envolvem lesões nas cartilagens. Estas são as principais lesões que podem ocorrer no joelho.

Após discorrermos sobre a anatomia, lesões e tratamentos, vamos às formas de recuperações para fortalecimento do joelho lesado. Os exercícios aplicados às pessoas com lesões de joelho com ou sem cirurgia devem ser acompanhados por um fisioterapeuta ou um profissional de educação física, ambos são capacitados e qualificados para passar os exercícios mais indicados para cada tipo de lesão que o joelho venha apresentar, porem a liberação para o início da recuperação somente o médico poderá fazer, para daí então começar o fortalecimento na região afetada, e mais uma vez lembrando que a pessoa somente deverá realizar exercícios de recuperação com acompanhamento de um educador físico ou um fisioterapeuta, nunca realize atividades físicas sem prescrição, principalmente se tratando em casos de lesões.

Os exercícios para pessoas com lesão de joelho deverão ser observados quanto à gravidade da lesão, e se for necessário o processo cirúrgico terá que ser realizado, pois cada tipo de lesão requer um treino de recuperação distinto, por exemplo, uma pessoa que apresenta uma ruptura parcial de LCP (ligamento cruzado posterior) e que não se faz necessário realizar cirurgia, o trabalho de recuperação é diferente de uma pessoa que teve o mesmo ligamento afetado, porem com a ruptura total onde o processo cirúrgico foi necessário. Nos exercícios podem ser utilizados alguns aparelhos para facilitar a recuperação e fortalecer a região do joelho, estes aparelhos são: elástico, medicine ball, bola suíça, trabalho isométrico utilizando o próprio corpo, caneleira com pesos leves, cama elástica (jumps), aparelhos de musculação, e também pode-se aplicar deslocamentos laterais, frente e atrás, bicicleta ergométrica, entre outros.

Quando uma pessoa está no pós-operatório, os exercícios para a reabilitação são bem mais simples e com o passar da recuperação aumenta a complexidade e dificuldade dos exercícios, logo abaixo vamos mostrar alguns exercícios para pessoas que estão no processo pós-operatório.

01°) Deitado de costas com o membro inferior repousando sobre a cama, inicie movimentos ativos do pé e tornozelo. Faça a maior quantidade de tempo possível. É permitido em pós-operatório imediato de todas as cirurgias ortopédicas inclusive as que o joelho permanece imobilizado. Tem boa função analgésica e de regressão do edema (inchaço).

Exercícios pós operatórios de recuperação funcional do joelho
                                               Mobilização de pé e tornozelo

02°) Deitado de costas aperte o joelho em direção à cama (aperte-o para baixo). Mantenha a musculatura anterior da coxa contraída por 5 segundos e solte. A força e o tempo da contração irão aumentando conforme o alívio da dor. Função: retorno muscular da coxa. Repita 10 vezes.


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                                            Contração Isométrica de Quadríceps

03°) Deitado de costas dobre o joelho não operado e estenda o joelho operado. Eleve a perna 20 cm e mantenha essa posição durante 5 segundos. Função: retorno muscular da coxa. Repita 10 vezes. Progressivamente aumente a altura da perna e coloque peso no tornozelo.

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                                   Elevação da Perna Estendida (Exercício Isométrico)

04°) Deitado de costas puxe o calcanhar em direção a nádega até o limite do desconforto. Pode ser feita de forma passiva (outra pessoa auxiliando) ou de forma ativa. Passivamente o paciente deve manter a musculatura o mais relaxada possível. Mantenha-o flexionado durante 5 segundos e inicie o movimento de retorno à extensão. Função: ganho de amplitude de movimento. Repita 10 vezes.

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                                                      Flexão Ativa do Joelho

05°) Suba um degrau (20cm), começando com a perna operada depois retornando à posição inicial. Função: treino de marcha. Repita 10 vezes.


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                                                  Subir um degrau de frente

06°) Subir um degrau (20cm) começando com a perna operada como no anterior mas lateralmente. Repita 10 vezes.


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Subir um degrau de lado

Estes são alguns exercícios para recuperação no pós-operatório, para outros procure um educador físico ou um fisioterapeuta; ainda, com o passar da recuperação e dependendo da lesão outros exercícios podem ser agregados na recuperação, por exemplo, exercícios de flexão e extensão de joelhos que podem ser aplicados com elástico, bola suíça, aparelho de musculação, deslocamentos laterais, para frente e para trás, entre outros. A seguir vocês poderão ver um vídeo com um treino de recuperação de joelho.

Treino Funcional na Reabilitação do Joelho

Para terminar, nunca realize exercícios físicos sem orientação de um educador físico e quando estiver em tratamento médico somente realize exercícios após a liberação do médico.

Bons Treinos! 

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sábado, 16 de julho de 2011

Treino de Costas no Formato "V" para Hipertrofia Máxima


Remada Unilateral no Banco.

Os músculos das costas são muito importantes principalmente no que diz respeito à postura, pois músculos fortes dão uma proteção e sustentação para a coluna vertebral, caso contrário poderá surgir patologias como hiperlordose, escoliose e hipercifose fato este que ocorre por causa de más posturas e músculos fracos.

Os músculos dorsais são um dos mais solicitados em treinos nas academias, por que causa um grande destaque ter costas grandes (hipertrofiadas) principalmente entre homens, já as mulheres optam por uma boa definição, neste treino vamos destacar um formato chamado de treino em "V", para deixar as costas em forma de "V", desejo de muitos alunos em suas academias de musculação.

O objetivo deste treino além de deixar as costas no formato em "V" é também corrigir as más posturas e fortalecer os músculos dorsais para evitar lesões que possivelmente possam acontecer prejudicando o treino e perdendo o foco do treinamento.

Neste treino o objetivo é a hipertrofia muscular, estimular as fibras musculares ao crescimento extremo e quando falamos de crescer as fibras em questão utilizadas são as fibras brancas tipo IIB (fibras de contração rápida, glicolíticas) podem também serem recrutadas as fibras brancas tipo IIA, que possui mínima função oxidativas tendo fundada quase que totalmente na função anaerobica e o sistema energético desenvolvido no treinamento é o anaeróbio lático onde o produto final deste sistema é o ácido lático que fica impregnado nos músculos.

Então basicamente podemos dizer que o treino é o estímulo para o crescimento, fase está em que o músculo está sendo catabolizado ocorrendo microlesões nos tecidos musculares e após está fase vem à recuperação muscular ou fase de anabolismo onde ocorre o crescimento muscular, as fibras musculares serão recuperadas e este reparo causa um aumento no tecido que foi lesado durante o treino, neste período a alimentação e as horas de sono são importantes no processo de recuperação muscular, somente para informação quando foi citado acima em que o músculo foi lesado não foi no sentido de machucar a musculatura e sim pequenas microlesões que estimulam o processo de crescimento muscular.

Uma dúvida que ocorre muito no mundo das academias e que as pessoas falam erroneamente é a respeito do acúmulo do ácido lático no músculo. Muitas pessoas falam que a dor que perdura por alguns dias nos músculos durante um treino de força ou hipertrofia é por causa da presença do ácido lático, mas na verdade o ácido lático já é eliminado dos músculos em poucas horas (02 horas no máximo segundo alguns estudos) caindo na corrente sanguínea e sendo eliminado pelo fígado e rins, o que de fato ocorre é a chamada dor muscular tardia (DMT), onde ocorrem microlesões no músculo esquelético, mais precisamente nas miofibrilas causando pequenas inflamações e como consequência vem à dor, motivo este que a alimentação e repouso são fundamentais para a recuperação.

Falando sobre o treino, este será isotônico e as fases concêntrica e excêntrica terão o mesmo tempo em suas execuções num total de 6 segundos, 3 segundos na fase concêntrica e 3 segundos na excêntrica, a duração do treino será de 06 semanas e a recuperação entre séries e exercícios será de 75 segundos, já o período de descanso entre sessões será de 48 horas ou também pode ser aplicado ao treino o seguinte modo; terça e sexta-feira ou segunda e quinta-feira ou ainda de quarta-feira e sábado, podendo trabalhar o músculo de forma isolada ou com outro grupamento muscular.

No treino serão aplicadas 04 séries com as seguintes repetições:

01°) primeira semana: 12/12/10/08 repetições;
02°) segunda semana: 12/10/10/08 repetições;
03°) terceira semana:  12/10/08/08 repetições;
04°) quarta semana:    08/08/10/12 repetições;
05°) quinta semana:    08/10/10/12 repetições;
06°) sexta semana:       08/10/12/12 repetições.

Neste treino temos muitas variações de repetições para fazer a chamada "confusão muscular" para obter o máximo estímulo e crescimento do músculo esquelético. O peso para cada repetição (12/10/08/06) deve ser calculado no momento em que é realizado o exercício, por exemplo, se você realizar o movimento com 100kg para 08 repetições então este peso será utilizado até o final das 06 semanas, também pode ser calculado o peso através de 1RM (uma repetição em um único movimento com o máximo de peso) após achar a repetição máxima que é igual a 100%, calcula-se a demais repetições com as seguintes porcentagens: 85% para 08 movimentos; 80% para 10 movimentos e 75% para 12 movimentos, por exemplo, se você realizar 01 movimento com 100kg então para 08 movimentos serão 85kg, para 10 movimentos serão 80kg e para 12 movimentos serão 75kg, possivelmente alguns ajustes de cargas terão que serem feitos, devido ao motivo de ser calculado o peso através de porcentagens.

Agora vamos passar os exercícios que serão aplicados ao treino: No modo isolado serão 05 exercícios e no modo acoplado a outro grupamento serão 03 exercícios.

01°) Remada Baixa: a pegada para a execução do movimento será supinada, ou seja, o dorso da mão voltado para baixo, deste modo o enfoque serão nos músculos latíssimo dorso, redondo maior e redondo menor.

02°) Aparelho Gravitoon (Barra): realizar uma pegada pronada e aberta (grande amplitude), este exercício é excelente para desenvolver o conjunto das costas, ou seja, trabalha praticamente quase todos os músculos das costas, sendo os principais; latíssimo dorso, redondo maior e redondo menor, também trás um excelente resultado para deixar as costas mais largas em "V". Você pode trabalhar tanto na barra fixa quanto no aparelho gravitoon, se for realizar o exercício na barra fixa para aumentar a carga utilizar-se de caneleiras.

03°) Remada Cavalinho: utilize-se de uma pegada neutra neste exercício e pôr ser executado em aparelho permite ser aplicado uma carga maior e uma melhor concentração do trabalho sobre as costas, o enfoque deste exercício se dá no latíssimo dorso, redondo maior e redondo menor.

Estes exercícios passados anteriormente são para o treino acoplado a outro grupamento muscular, agora serão passados mais dois exercícios para unirem-se aos demais exercícios passados para o treino isolado.

04°) Remada Unilateral no Banco: faça uma pegada neutra no haltere, pois outras pegadas trarão dificuldades na execução do exercício, os músculos mais solicitados neste exercício são; latíssimo dorso, redondo maior e redondo menor.

05°) Puxador Frente: neste exercício a pegada será pronada, ou seja, o dorso da mão voltado para cima e ainda segurar a barra com a maior amplitude para realizar o movimento, deste modo o enfoque serão nos músculos latíssimo dorso, redondo maior e redondo menor.

Os exercícios passados aqui neste artigo enfocam os músculos para o crescimento das costas na forma de "V", porem estes mesmos exercícios trabalham outros músculos das costas, mas de forma secundária.

Este treino é indicado para aluno intermediário e avançado, pois já possuem músculos, tendões e articulações mais fortalecidas, para outros treinos procure outros artigos deste blog ou procure seu educador físico.

Bons Treinos!

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